Evidências dispersas
Ficheiros, respostas e cálculos ficam fragmentados entre equipas, fornecedores e folhas de cálculo.
Estamos construindo um sistema operacional ESG que conecta documentos, evidências, relatórios e impacto. Um produto da ESG Veritas Ltd, desenvolvido em Portugal.
Um ESG fiável não começa no texto do relatório. Começa na qualidade, na proveniência e na governação de cada evidência que sustenta esse texto.
O reporte de sustentabilidade ajuda investidores, clientes e parceiros a compreender informações ambientais, sociais e de governança. Na Europa, a CSRD estruturou esse reporte para as empresas abrangidas, com base nos padrões ESRS. Comissão Europeia ↗
Esse cenário também está mudando: em fevereiro de 2026, o Conselho da UE aprovou a simplificação e a redução do alcance da CSRD. As obrigações dependem do enquadramento de cada empresa. Conselho da UE ↗
Para as PMEs, a recomendação VSME de 2025 propôs uma linguagem voluntária comum para responder a pedidos de informação de grandes empresas e instituições financeiras. Organizar essa informação de forma proporcional é parte do desafio. Recomendação VSME ↗
A GreenCheck organiza a camada que existe antes de qualquer divulgação: onde os dados nascem, como são validados e quais os requisitos que conseguem sustentar.
Ficheiros, respostas e cálculos ficam fragmentados entre equipas, fornecedores e folhas de cálculo.
O mesmo dado é solicitado e reinterpretado para cada questionário, auditoria ou relatório.
Sem proveniência e critérios explícitos, é difícil defender como foi produzida uma afirmação ESG.
Conectar o que hoje acontece em ferramentas separadas: validar um documento, preparar um relatório e acompanhar iniciativas de impacto. A evidência é o elo entre essas etapas.
Manter a fonte original e o seu contexto.
Organizar evidências e revisar incertezas.
Reutilizar o conhecimento na próxima decisão.
Analisar documentos, organizar evidências e sinalizar lacunas para revisão, preservando a ligação com a fonte.
Transformar a base documental em relatórios estruturados, com fontes e pendências visíveis. A disponibilidade depende do modelo e da cobertura suportada.
Conectar projetos, organizações e evidências ambientais. A lista de espera acompanha a abertura dessa nova camada do produto.
Relacionar evidências documentais ao território e apoiar o acompanhamento de mudanças ambientais ao longo do tempo.
Registrar referências e o histórico das evidências para apoiar a conferência de sua integridade e origem.
Satélites e blockchain ampliam a visão do produto e ainda não estão integrados. Esses recursos apoiarão a rastreabilidade e a análise; a verificação das evidências e a revisão humana continuam essenciais.
Estes princípios orientam a arquitetura, a experiência e a forma como a GreenCheck comunica os limites de cada análise.
Documento, evidência e dossiê são a autoridade. Toda a leitura precisa de regressar à sua origem.
Lacunas, conflitos e limites permanecem visíveis. O sistema não promove uma inferência a facto.
A versão, a aplicabilidade e a maturidade de cada referencial são governadas e explicáveis.
A automação reduz o esforço; o julgamento humano permanece no fluxo quando realmente importa.
Uma evidência validada pode servir vários requisitos sem perder identidade ou contexto.
Proveniência, métodos, decisões e alterações fazem parte do produto, não de uma etapa posterior.
Pessoas que precisam reunir informação, fazer boas perguntas e sustentar suas decisões com clareza.
Organizar evidências, identificar lacunas e preparar uma base consistente para responder às exigências ESG.
Revisar conclusões com contexto e reduzir a repetição de trabalho entre entregas.
Entender o que sustenta cada resultado e quais perguntas continuam em aberto.
Desenvolvida em Portugal, a GreenCheck reúne tecnologia e uma visão orientada à evidência para apoiar o trabalho de sustentabilidade das organizações.
Desenvolvida em PortugalEntre na lista de espera para receber novidades sobre o Mercado de Impacto da GreenCheck.